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  • Poeta Perdido

A volta ao Passado, a descoberta do Futuro.

Atualizado: Mar 13

As vezes prefiro respirar o gás súbito da natureza humana,

Do que aceitar a amargura de ouvir palavras ofensivas,

As vezes prefiro falar sem pensar uivando frases insanas...

Do que olhar essas aldeias frágeis flutuando sob aquelas que se dizem passivas.


Se talvez eu mergulhasse através do tempo,

E pudesse conhecer a quem sem encorajou a ofender pela primeira vez...

Lhe dizia para olhar para traz e ver se há contento,

Perguntaria se ofenderia a quem se apodera de suas mercês.


Se talvez eu pudesse mergulhar ainda mais fundo,

Entrasse em sua mente nebulosa e estadia,

Talvez eu poderia contar as horas, o minuto, o segundo,

Talvez eu poderia, talvez eu enlouqueceria, talvez eu sofreria.


Mas a que posso me importar com meus sofrimentos,

Quando olho para o lado e vejo pessoas julgando minha cor,

E me orgulho de ter meus queridos pensamentos,

Que fazem-me fugir de amargura e do rancor.


Não me preocuparia com o sofrer,

Se me machucasse talvez seria por uma boa causa,

Eu apagaria tudo de ruim que ali poderia ter,

E talvez me alegrasse em viver sem preconceito quando chegasse em casa.


Só julgaria aquele que tomasse sua espada,

Aquele que protegeria a queda espantosa que todos teriam,

Só manteria aquela por calada,

Porque nem mesmo elas com o sofrimento contentariam.


Se julgo demais em oprimir aquilo que chamam de pré-conceito,

Todos julgam mais ainda por cobrir seu próprio contento,

Se prefiro talvez sofrer por palavras que norteiam o sumo respeito,

Me desculpe, ainda não posso voltar ao tempo.


Poema de Poeta Perdido.

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